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Proibição da pulverização aérea de agrotóxicos é discutida na Alesp - Padre Afonso
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Proibição da pulverização aérea de agrotóxicos é discutida na Alesp


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A Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) realiza na próxima quarta-feira, dia 25, às 10h, audiência pública para discussão do projeto de lei n.º 405/2016, de autoria do deputado estadual Padre Afonso Lobato, que proíbe a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado de São Paulo.

O projeto já vem sendo debatido desde o ano passado em reuniões e audiências públicas realizadas na Assembleia Legislativa, na câmara municipal de Catanduva e mais recentemente na Unesp de Botucatu.

Padre Afonso enfatiza que o Brasil “é o país que mais consome agrotóxicos no mundo” e a pulverização aérea de agrotóxicos, além de se mostrar ineficiente em diversos casos, traz riscos para a saúde humana e para o equilíbrio do ecossistema.

“Isso compromete a qualidade de vida e a sobrevivência de diversas espécies, principalmente das abelhas, que são as responsáveis pela polinização de uma grande parte dos nossos alimentos”, afirma. Segundo pesquisas, cerca de 70% de todas as culturas agrícolas dependem dos polinizadores e estima-se que 1/3 dos alimentos que chegam à mesa precisam deles para serem cultivados.

DADOS

O defensor público Marcelo Novaes afirma que o Estado de São Paulo, sozinho, consome 4% dos agrotóxicos do mundo. A área pulverizada é de três milhões de hectares, o que soma 12% do território, e em cerca de 85% das aplicações as condições climáticas prescritas não são respeitadas.

No Estado de São Paulo, segundo ele, há provas de problemas de saúde pública e de contaminação ambiental, além de mortandade de abelhas em várias regiões, principalmente onde o agronegócio predomina. Em Ribeirão Preto, por exemplo, as moradoras têm 50% mais chance de ter filhos com má-formação do que em cidades como Cubatão e São Paulo.

Além disso, há vários casos de mortandade de abelhas associados ao uso da pulverização aérea de agrotóxicos. “Algumas cidades estão rodeadas por grandes áreas de monoculturas que utilizam a pulverização aérea como prática agrícola, o que potencializa o efeito destes produtos no ar e pode comprometer tanto a zona rural como os centros urbanos”, diz o deputado.

CÂNCER

Segundo a pesquisadora Márcia Scarpa, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), “uma pequena dose diária de agrotóxico consumida por meio dos alimentos é um dos principais fatores para o surgimento do câncer. A doença é a segunda maior causa de morte no Brasil e no mundo”

Da audiência devem participar o ex-deputado e ambientalista, Fabio Feldman e o deputado federal Mendes Thame (PV), representantes de associações de apicultores, do Ministério Público do Trabalho, da Defensoria Pública, da indústria e da aviação agrícola, além de professores, estudantes e outros segmentos.


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